Desta vez, a homenagem é para o Moço.
Estou convencida dec que ele levou com um coice de uma égua pois gozava de perfeita saúde.
A égua estava demasiado perto. Quando lhe fui dar de comer estava bom, todo contente e saltitante. Nem sequer teve tempo de comer.
Não cheguei a despedir-me dele, quando soube do socedido já estava enterrado.
Moço, nunca me esquecerei de ti.

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