Dos gatos que tenho, a Stella é a única que não nasceu lá no monte, pelo menos, que eu saiba.
Num determinado dia, meu marido disse "Está ali um gato na árvore do Lobo".
O Lobo é um cão, médio/grnade.
Eu olhei e vi um gato que, á primeira vista, me pareceu a Selvagem, mas... olhando melhor, achei-o pequeno.
Surpresa minha, o gato saltou da árvore, passando pelo Loba a toda a volucidade e foi então preseguido por um outro canito, que já não me lembro qual.
Chamei o gato e ele veio ter comigo sempre com o cão no seu alcance.
Pessei "Vai-me arranhar toda mas tenho de pegar nele", estava com o pelo todo erriçado.
Peguei nele e levei-o para casa.
Então confirmei que não era a Selvagem e que se tratava de uma gata.
Meu filho, apesar dos meus conselhos para ter cuidado e que não conheciamos a gata nem ela a nós, pegou nela e não a largou por... sei lá quanto tempo.
Certo é que nunca vi gata mais meiguinha como aquela, tem cá uma paciência.
Mas ela é que ganhou, é a única gata com autorização de entrar e ficar dentro de casa.
O nome dela foi dada pelo meu filho que disse logo que se ia chamar Stella e Stella ficou.

Esta é a Stella com o Ozzi (Ozzi não é da casa, estava só de férias), poucos dias depois da sua entrada na família.

Fotografias tiradas pela "dona" do Ozzi, a minha amiga Filipa.
